Viver é ser revolucionário

revolucionário

O que é a vida e o que seria o viver? Inúmeras teorias e argumentações poderão surgir nas nossas cabeças para explicar essa pergunta. Questões religiosas, filosóficas e psicodinâmicas permeariam a maioria das respostas. Mas, se eu pudesse resumir, eu responderia que a vida e o viver são fundamentos revolucionários. Sem ser revolucionário, não vivemos nem existirá vida. Sem ousadia, somos peças mortas e amorfas. Quando abdicamos da gana e do sonho da mudança, sucumbimos e morremos. Vida é desejo. Viver é não aceitar essa formatação escrota que as regras e o mundo nos impõem. Vida é lutar. Viver é dizer não na hora certa e bradar que não aceita a regra e a norma maldosa e injusta. Vivemos quando amamos e sempre que esse amor é usado para a redução do desigual. A vida demanda de pulsação e só estaremos estimulados a viver se entendermos que a felicidade necessita de luta. Portanto, viver é lutar e a vida é uma sequência infinita de batalhas. Ora perdemos, ora ganhamos. E daí? Pouco importa o resulta se estivermos determinados a querer luta. Sem essa energia revolucionária a vida evapora e o viver não existe. Para viver, precisamos, por vezes, de insanidade, visto que, essa falsa saúde desse mundo doente nos traz um equilíbrio moribundo e mentiroso. Andamos formatados. Aceitamos calados. Gozamos com o material. Ou seja, somos mortos-vivos! O mundo da nossa vida não deve ser exatamente esse mundo aí. Responder com rebeldia é necessário. Ser diferente é um ato de sobrevivência. Quebrar paradigmas é um combustível para a vida e o viver. Como dito pelo revolucionário Renato Russo, “se o mundo é mesmo parecido com o que vejo, prefiro acreditar no mundo do meu jeito”. Criemos o nosso mundo e sejamos vivos de fato. Nos dias de hoje, ser revolucionário é cada vez mais importante…

Régis Eric Maia Barros

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