Valorizar o amor

Não canso de valorizá-lo e louvá-lo. O amor é assim, discreto e, ao mesmo tempo, barulhento. Discreto, pois aparece e se concretiza nos detalhes, ora não percebidos. E barulhento, porque sua potência estronda na alma e no coração. Ele se confirma e se solidifica sem necessidade de discursos. Ele está no olhar. Ele acontece no toque. Ele prospera no sentir. Ele é sorriso. Ele é luz. Ele é sonho. Sonhos repletos de coisas boas. Ele é interno. É somente seu! Claro que ele pode ser compartilhando, mas o amor de cada pessoa só pode habitar dentro de si mesmo. Ele não é projetivo. Ele não alimenta inveja nem vaidade. Ele é puro e real. O amor é, sim, real. Como dito por Renato Russo, “quando se aprende a amar, o mundo passa a ser seu”. O mundo das possibilidades passa a ser seu. O mundo dos afetos sinceros passa a ser seu. O mundo do beijo e do abraço passa a ser seu. O mundo dos amigos passa a ser seu. O mundo dos amados passa a ser seu. O mundo dos filhos passa a ser seu. O amor não rouba o mundo dos outros. Não interprete isso. Ele, simplesmente, garante que seu mundo interno entre em sintonia com diversos outros mundos, pois o amor é diversidade.
“Sem amor, nada seríamos…”

Régis Eric Maia Barros

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