Não morremos, nunca morremos…

Eis que o Leozinho, junto de nós, assistiu ao último episódio da saga de Harry Potter. Episódio esse que, diga-se de passagem, é de tirar o fôlego. Numa parte dele, os entes amados de Harry, mortos na saga, aparecem para ele. Noutra parte dele, Harry foi considerado morto e seus amigos, por mais que o pulsar do coração tenha parado, não deixaram Harry morrer. Em ambos os momentos, a mesma mensagem sobre vida/morte surgiu. Não morremos! Nunca morremos nem, tão pouco, aqueles que nós amamos. Morte é deixar de existir, mas isso nunca ocorrerá quando o amor, também, mantiver sua existência. Aqueles que amamos permanecem vivos, visto que, eles habitam o coração de seus amigos e amados. Eles sempre estão presentes e sempre são lembrados. Eles continuam vivos, pois o legado permanece dentro de cada pessoa que usufruiu da presença deles. A morte não existe! Isso é fato. Não morre nem se mata o amor que temos pelos nossos amados que partiram. Quando Leozinho viu Harry, supostamente, morto, ele perguntou: “e, agora, papai?”. Esperei a reflexão de Neville Longbottom, amigo de Potter, dirigida ao vilão Voldemort. Assim, ele disse: “não importa se Harry morreu. Pessoas morrem todos os dias, amigos e familiares. Sim, perdemos Harry esta noite, mas ele continua com a gente, aqui dentro (apontando para o próprio coração). Eles não morreram em vão. Mas você (Voldemort) morrerá! Porque você está errado! O coração do Harry batia por nós! Por todos nós! Isto ainda não acabou”. Portanto, expliquei ao Leozinho que, quando morremos, estaremos noutro local, mas também habitaremos esse mundo na memória, nas lembranças e no coração dos nossos amados. Sempre estaremos vivos, pois:

Aonde habita o amor não haverá fim nem morte…

Régis Eric Maia Barros

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